sexta-feira, 25 de maio de 2012

Religião pré-cristã basca e mitologia

Religião pré-cristã basca e mitologia

Há fortes evidências de religião anterior à Era Cristã, refletidas em incontáveis lendas e tradições duradouras. Essa religião pré-cristã era aparentemente centralizada em um espírito feminino superior: Mari. Seu consorte Sugaar também parece ter alguma importância. Esse casal de deuses parece manter um poder étnico superior e também o poder da criação e destruição. Diz-se que quando eles se recolhiam nas cavernas dos altos picos sagrados, eles produziam as tempestades. Esses encontros tipicamente aconteciam nas noites de sexta-feira, o dia histórico do encontro das bruxas. Dizia-se que Mari residia no monte Anboto, e periodicamente ela cruzava os céus como uma luz brilhante para alcanças seu outro lar no monte Txindoki.
Outra divindade parece ser Urtzi (também Ost, Ortzi: "céu"), mas também parece que ele foi importado, porque as lendas não falam dele. Porém seu nome aparece como um dia da semana, nome de mês e eventos meteorológicos. Na Idade Média, Aymeric Picaud, um perergino francês, escreveu sobre os bascos, dizendo: et Deus vocant Urcia ("e o nome de seu deus é Urci-a", sendo o -a o nominativo basco ou artigo sufixado).
As lendas também falam de diversos espíritos ou gênios, como jentilak (equivalente aos gigantes mitológicos), lamiak (equivalente às ninfas), mairuak (construtores dos círculos de pedra, literalmente "mouros"), iratxoak (demônios), sorginak (bruxas, sacerdotisas de Mari), etc. Basajaun é uma versão basca para o homem selvagem. Há um trapaceiro chamado San Martin Txiki ("San Martin Pequeno").

terça-feira, 15 de maio de 2012

Entendimento da Bruxaria Tradicional como Caminho

Durante nossa caminhada percebemos que não seria apenas difícil ter que divulgar a Bruxaria Tradicional, mas além dessa divulgação informar e até quebrar muitos dogmas que as pessoas estavam habituadas a escreverem diante do que ouviam sem mesmo refletirem sobre o que elas estavam lendo, ou seja, sem muito filtro, para elas as únicas leituras que tinham acesso eram alguns artigos muito mal traduzidos de feitiçaria inglesa, que logo foram rotulados como Bruxaria Tradicional, sem nenhuma análise mais profunda sobre a questão.
Embora o Conselho de Bruxaria Tradicional tenha mostrado muitos outros conceitos e esclarecido muitas questões e colhido bons frutos com seu trabalho, além logicamente de dar aos sinceros peregrinos, mais elementos para suas reflexões, tivemos que cruzar com interesses econômicos e pessoas errantes e difamadoras, entretanto temos ciência que nosso trabalho agrega a sociedade pagã e nos distancia de grande parte de pais e mães de poste, do público juvenil rebelde e das outras visões baseadas nas práticas de malefício e anti-cristianismo.
Vejo com muito bons olhos os trabalhos realizados por nossos conselheiros que são praticantes e acadêmicos, hoje as pessoas conseguem separar o que é Bruxaria de Feitiçaria, conseguimos esclarecer coisas básicas, por exemplo, que um maçom não é um bruxo e sim um magista, que lidar com magia não é exclusividade da Bruxaria e que temos uma diversidade ocultista de muitas linhas, com isso abrimos um leque de oportunidades para as pessoas se encontrarem!
Isso faz uma grande diferença! Não perdemos tempo em mostrar "verdades" mostramos caminhos para que as pessoas encontrem suas verdades! Do mesmo modo que não nutrimos sentimentos negativos, lamentamos que ainda existam pessoas que continuam a agredir as outras por intolerância religiosa, em agredir instituições e se envenenando com o sucesso dos outros, isto não esta apenas em nosso discurso, esta em nossos atos também.
O Conselho de Bruxaria Tradicional não reconhece o Voodoo, o Catimbó e a Feitiçaria Católica como práticas de Bruxaria, embora todas contenham em si a tradicionalidade de seus povos.
Para maiores informações acessem o nosso site e obtenha um conhecimento de valor.

Abraços Fraternos,

Ricardo DRaco
Conselho de Bruxaria Tradicional no Brasil

Esta casa segue pelo caminho do Paganismo Tradicionalista, caso não concorde com nossa religiosidade procure um local que corresponda com suas crenças ou práticas.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Mitos e Lendas Bascas

Mitos e Lendas Bascas

Apesar da cristianização sofrida pelo povo basco no ultimo milênio, e as perseguições da Inquisição - especialmente durante o século XVII, que contam em seus anais dois dos mais sangrentos da Inquisição: os processos de Logroño contra a chamada "seita das Bruxas de Zugarramurdi" e o de Bayonne, no País Vasco francês – o povo basco tem conservado numerosas lendas que nos transmitem uma antiguíssima mitologia própria.

A religião pré-cristã estava aparentemente centrada em um gênio ou divindade central de caráter feminino: Mari. Seu consorte Maju ou Sugar também parece ter alguma importância. Este casal ctônico (subterrâneo) parecia ter o poder ético supremo e também o poder de criar e destruir. Dizia-se que quando eles se reuniam nas cavernas e nos picos sagrados, engendravam tempestades. Estas reuniões se realizavam na noite de sexta-feira, o dia do akelarre (reunião das bruxas). Os "zezen gorri" o "behi gorri" (Betizu), touros selvagens autóctones, foram responsáveis por proteger os tesouros nas cavernas onde morava a deusa.
Dizia-se que Mari vivia no Monte Anboto, e periodicamente cruzava os céus como uma luz brilhante para ir para sua outra casa no monte Txindoki. Segundo uma das tradições, a cada sete dias Anbotoko Mari viajava de sua caverna no Monte Anboto para outro em outra floresta (de acordo com cada história, essa mudava), o tempo era úmedo quando estava no Monte Anboto e seco, quando estava no Alona ou Supelegor ou Gorbea. É difícil saber a antiguidade desta lenda, apesar de os elementos pagãos, um de seus nomes, Mari Urraca, a relaciona com a princesa histórica de Navarra dos séculos XI e XII e outras lendas dizem que tinha um irmão sacerdote católico, ou seu marido foi o primeiro senhor de Vizcaya, Diego López de Haro.
Outra suposta divindade celeste era Urtzi (o Ost, Ortzi: céu), é semelhante ao latino Júpiter, mas esta parece ter sido importada, uma vez que as lendas não a mencionam. No entanto, seu nome aparece nos dias de semana, nos meses e em fenômenos meteorológicos.
A velha religião Basca é, portanto, ctônica, tendo todos os seus personagens sua morada na terra e não no firmamento, que aparece como um caminho vazio por onde Mari ou Maju viajam de montanha em montanha ou pastoreiam seus rebanhos de nuvens.
As lendas também falam de muitos gênios, tais como:
  • Jentilak equivalente a gigantes.
  • Lamiako equivalente a sereias, ninfas e fadas.
  • Mairuak, os construtores de dólmenes ou círculos de pedra, que literalmente significa mouros neste aspecto deve ser notado que em muitas partes da Espanha é genericamente conhecido como Moro.
  • Iratxoak (que vem a significar "duendezinhos").
  • Sorginak, feiticeiras, sacerdotisas de Mari, ou simplesmente bruxas.
Basajaun é a versão basca do homem selvagem da floresta, mas tem grande importância no imaginário pagão Basco, em vários aspectos diferentes, quer como um protetor dos rebanhos e pastores, ou que desempenhem funções de um fauno, ou como um Deus de quem se roubam segredos tecnológicos (como a serra, a agricultura, etc).
Também aparece Txiki San Martín (San Martín o Pequeno"), que é uma figura lendária, assim como algum padre católico, que na mitologia basca atua de fato como mais um gênio.
Mamarro, que são os duendezinhos de casa, também conhecido em outras partes dos Pirinéus como Enemiguillos, que poderão ser benéficos ou travessos, mas também existem alguns casos em que um ser humano (geralmente um sacerdote) os tenha domesticado.
Sabemos que muitas dessas histórias se tornaram parte da cultura basca a poucos séculos atrás, ou como parte da superstição romana. Outros personagens da mitologia basca são Gaueko, Tartalo, o Galtzagorris, o dragão primogênito Herensuge.
Por outro lado, Jentilak ("gigantes") eram um povo lendário da Idade da Pedra, que vivia nas terras altas e que não conheciam o ferro. Muitas lendas dizem que eles eram muito grandes e muito fortes, mas foram expulsos pelos ferrones, ou ferreiros, até seu desaparecimento total. Eram pagãos, mas um deles, Olentzero, soube da chegada de Jesus Cristo e foi dar a boa notícia a todos os habitantes da sua terra, porque com este nascimento todos os seres mitológicos antes descritos desapareceriam para sempre. Olentzero, depois de trancar os Jentiles em uma caverna, foi dar a notícia.
Depois disso a tradição cristã o converteu em carvoeiro, que traz carvão para crianças más no Natal e presentes para os bons no País Basco.

Fonte: http://www.donostiapasoapaso.com/pt-BR/culturabasca/mitoselendas

ENTRAMOS NA CAMPANHA - NO BULLYING

ENTRAMOS NA CAMPANHA - NO BULLYING

Depois de recebermos emails, citações em blogs e tantos outros dispositivos ameaçadores e que só demonstram a falta de caráter, a infantilidade e o desrespeito a pessoas e instituições, aderimos à campanha NO BULLYING.

Afinal de contas, você compraria um livro de "bruxaria" de quem agride pessoas e instituições?
As entidades que patrocinam ou tem parceria, tal como editoras, tem plena ciência destas ações terroristas?

Pensem nisso! O Conselho de Bruxaria Tradicional é uma instituição filantrópica, busquem saber o motivo de tais pessoas não permitirem o acesso ao aprendizado deste caminho, será que coincidem com interesses financeiros na venda de livros?

Pensem nisso! Toda vez que tentarem calar sua boca através de agressões e limitações no seu modo de pensar; vivemos numa terra com liberdade de expressão, reparem em nossos textos, não citam nomes de pessoas ou instituições de forma destrutiva, poderíamos dizer isso dos que nos agridem?

O nosso compromisso vai além dos pensamentos individuais, somos uma instituição que luta para uma condição de um espaço melhor na sociedade com relação a crença, em que se possa falar abertamente, Sou Pagão, Sou Bruxo, certos que teremos nosso direito de liberdade religiosa, não somente para com a Lei, mas perante toda a sociedade, aceitos sem a carga pejorativa dada a nós no período medieval como adoradores do "diabo".

Buscamos ser mais um bote nesse mar de ignorância e intolerância religiosa, longe dos egos, dos desequilíbrios emocionais, dos interesses obscuros, da falta de compreensão e conhecimento. Todos os que nos procuram encontrarão nessa casa um solo firme e um telhado para fugir das tempestades da perseguição.

Portanto, faça sua parte e: NÃO COMPRE LIVROS DE QUEM FAZ BULLYNG.

Sem mais,

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Papai Chifrudo e Mamãe Luazinha

 São incansáveis textos que encontramos a devoção paternal e maternal aos deuses, mas seriam estes cultuados de uma forma de igual dependência em eras antigas? Em um sentido romantizado encontramos muitas formas de mencionar o culto aos deuses, tal como a mãe natureza/ filhos da natureza, mas devemos entender que os deuses são mais do que as necessidades psicológicas dos homens, eles simplesmente mão são paternos e maternos, não são nossos pais e mães, muito embora existam famílias que traçam sua linha genealógica com a mitológica, mas nesse caso, os deuses seriam no máximo ancestrais, contudo nunca papai e mamãe!

A Bruxaria Tradicional não é um caminho obscuro tal como não é um caminho rosa, é um caminho fluídico de entendimento sobre a sabedoria da Floresta, da essência pagã, contudo sem manter as falsas ilusões que muitos caem, exige comprometimento, profundidade, hoje vemos a banalização da mitologia utilizando do tarô como uma bíblia esotérica; observamos erros com desculpas esotéricas que o planeta X, Y e Z estavam no momento errado, que as combinações astrológicas combinadas com runas e o jogo de búzios desenvolveram um tramitar específico do destino!

Na Bruxaria Tradicional, que preza pelas origens, pela ancestralidade, o bruxo escolhe seu tramitar, ele decide qual paisagem quer seguir.

Hoje tal como há 30 anos as pessoas se contentam com muito pouco, preferem transitar na superficialidade da Terra a enfrentar o seu caos interior para poder renascer das cinzas do seu passado, elas ainda precisam se sentir maternalmente ligadas as divindades, preferem se reunir em locais abertos, tomar vinho barato, acender velas e incensos, vestir roupas que chamam a atenção, falar de dragões e unicórnios, de demônios ou falar de fadinhas comedoras de maçãs, terminam bêbadas ou drogadas e ao pisarem no asfalto vestem as caras de mal, viram vítimas, rebeldes sem causa, montam blog, ofendem pessoas na internet e no final estão lá vendendo cursinhos de coisas que não conhecem, batendo tambor, fazendo mapa astral ou jogando tarô.


Seguramente que nenhum tradicionalista iria por este caminho e certamente não iria ficar tão focado em um deus de chifres e sua consorte, pois separar o culto entre masculino e feminino não é base de nossas crenças na Bruxaria Tradicional, ou seja, não cultuamos um casal divino bem como não o temos como pai e mãe, mesmo que disfarçando em Diabo e Nossa Senhora da Encruzilhada ou Hades e Perséfone.



Por estas questões temos que esclarecer que a Bruxaria Tradicional, esta muito além do que as pessoas têm por entendimento, não temos a preocupação de cultuar os deuses no formato de casais, não temos a obrigatoriedade de realizar iniciações entre sacerdote e aprendiz intercalando por sexo (mulheres só iniciam homens e vice-versa), tal como não temos ligações com a ideologia feminista. Esta é uma preocupação de movimentos místicos da era moderna.

Os bruxos tradicionais definem sua Manifestação Mágica como uma Religião (Crença), no qual os bruxos cultuam as divindades da Terra e dos outros Mundos ...

O que chamamos hoje de “Antiga Religião” (Bruxaria) possui necessariamente relação direta e ancestral com os cultos antigos pagãos, as crenças advindas da Floresta.

 Sorginkeria - Bruxaria Tradicional Basca

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O Que é Bruxaria Tradicional? | Sorkinkeria Bruxaria Tradicional Basca

Os bruxos tradicionais definem sua Arte como uma Religião (Crença), no qual os bruxos cultuam as divindades da Terra e dos outros Mundos ...

O que chamamos hoje de Bruxaria possui necessariamente relação direta e ancestral com os cultos antigos pagãos, as crenças advindas da Floresta.

Bruxaria tradicional é um termo que foi introduzido para se referir às tradições indígenas espiritual da Europa. Não há realmente nenhum termo coletivo histórico que poderia ser usado para se referir a essas tradições, assim o uso do termo Bruxaria Tradicional se encaixam muito bem. Aqueles que seguem esses caminhos tradicionais são muitas vezes referida como tradicionalistas.

Infelizmente, em um esforço para tradicionalistas para definir suas crenças e tradições culturais que variavam dramaticamente de as propostas dentro do movimento neo-pagão, de alguma forma o termo Bruxaria Tradicional também foi adotada por aqueles que se desencantou com o Neo-Paganismo e sua contraparte Wiccan. Outros ainda adoptado o termo Bruxaria Tradicional como um movimento rebelde contra a bondade coelho fofo e leve, que parecia estar se manifestando dentro de paganismo. Claro, isso desviou tão incrivelmente da definição de Bruxaria Tradicional e daqueles que realmente são tradicionalistas.
Bênçãos dos Deuses

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sobre o Halloween - Conselho de Bruxaria Tradicional


Como é comum a cada ano com a chegada do final de outubro, os lojistas abrem as portas para a comercialização de fantasias, doces e artefatos, pois afinal das contas é o famoso Dia das Bruxas, a tão comemorada festa de Halloween!

Halloween é uma festividade, tal como o carnaval, portanto são comemorações populares e não ritualísticas religiosas e assim não deveria ser um assunto tão batido e divulgado excessivamente por movimentos religiosos. Temos visto estórias místicas sobre a festividade tal como uma campanha fervorosa por fundamentalistas cristãos ao ponto de inventarem um "senhor da morte", "práticas de sacrifício" e "necromancia" (do Grego: "morte" <necro> e "adivinhação” <mancia>).


O Conselho de Bruxaria Tradicional vem novamente à esclarecer e ajudar as crianças a se divertirem e a comerem os seus docinhos!

A primeira pergunta é: De onde surge o Halloween?
- Essa é fácil, vem dos EUA!

E o que significa a palavra Halloween?
- Essa palavra é de origem inglesa e não tem nenhuma correspondência com as línguas celtas, ao qual significa originalmente "All Hallows' Even"(Noite de Todos os Santos), a véspera do Dia de Todos os Santos (All Hallows' Day). A abreviação da frase "All Hallows' Even" passou a "Hallowe'en", e mais tarde ao que conhecemos por "Halloween".

Portanto o Halloween é uma festa popular cristã na Noite de Todos os Santos, o dia em que os católicos homenageiam todos os santos.
Conforme as tradições judaica e cristã consideram os dias sagrados do pôr do sol de um dia até o pôr do sol do dia seguinte, o costume se propagou até os dias de hoje conforme a algumas celebrações tal como a véspera de Natal, de Ano Novo, etc.


Halloween, o Dia das Bruxas (?).
Já que é uma festa típica com referência aos Santos qual o motivo da ligação com fantasias e bruxas?
O EUA é um país que recebe muitos imigrantes, porém no século dezoito houve um grande volume de imigrantes da Irlanda e Escócia trazendo assim seus costumes e lendas, lembrando que já nesta época estes povos já eram cristãos, contudo por ser um povo muito festivo e de forte nacionalismo, transformaram esse momento em uma festividade onde as crianças se fantasiam e pedem doces nas casas. Como a figura da bruxa faz parte do imaginário popular ela foi tomando lugar de destaque e diante do movimento de folcloristas criaram um link de festividade com o mágico e os ancestrais europeus, no caso da Irlanda e Escócia eram os Celtas.

Halloween e os Celtas (?).

Os celtas comemoravam o festival de Samhaim na data aproximada, porém, conforme os estudos que temos, esse momento era como o Ano Novo, onde até hoje temos uma frase bem comum que diz “Feliz Ano Novo, Adeus Ano velho”, ou seja, a morte do ano velho, as preces para o fim do inverno, o culto aos ancestrais, como podem perceber... nada de doces, fantasias ou travessuras!

Concluindo, não existe ligação religiosa, existe sim uma menção popular de base folclórica, separada por séculos de existência dos antigos cultos pagãos com as festividades lúdicas contemporâneas.

Devemos esclarecer também que as bruxas não são exclusivamente celtas, a bruxaria é uma religiosidade da era Antiga na Europa, devemos lembrar que muito da religiosidade pagã foi absorvida posteriormente pela Igreja Católica como ainda fazia parte das crenças populares mesmo que devotas do cristianismo, tal como simbologias como o culto as divindades/ santos, aos ancestrais/ mortos e assim por diante.

Então é necessário mais conhecimento sobre a história dos povos e a origem folclórica, pois existem algumas visões conturbadas sobre as sociedades antigas e seus costumes em comparação aos nossos hábitos atuais, bem como a insensibilidade para tratar de assuntos de religiosidade que fatalmente irão a favor da intolerância religiosa.

Cordialmente